quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Eu, empreendedor?

1)      Nome da técnica
Eu, empreendedor?
2)      Proponente (nome e email)
Cleverson Renan da Cunha - UFPR; cleverson.cunha@gmail.com
3)      Público-alvo - Alunos no início do processo de formação sobre empreendedorismo (Ensino médio; graduação e pós-graduação)
4)      Duração - 50 minutos
5)      Nr. Máximo e mínimo de participantes - 10 a 50 participantes
6)      Tema de empreendedorismo - mentalidade empreendedora; introdução ao empreendedorismo
7)      Objetivos da técnica: 1) ajudar os alunos a desumidificar a figura do empreendedor. Podemos não ser donos de grandes empresas, mas todos somos capazes de realizarmos atitudes empreendedoras e desenvolveremos a mentalidade empreendedora. 2) apresentação do grupo
8)      Material necessário: papéis com o nome de empreendedores e suas realizações
9)      Descrição da aplicação: No início da atividade o professor deve contar o número de alunos. Cada aluno deverá receber um pequeno papel com o nome de um empreendedor ou sua realização. Se tivermos 20 alunos, precisamos de 10 empreendedores e suas realizações.

Antonio Ermírio de Moraes        Grupo Votoratin
Roberto Civita                          Grupo Abril
...                                           ...
O aluno deverá encontrar o seu par. Após, eles devem se apresentar (se for o caso) e detalhar uma situação em sua vida na qual ele fez algo relevante (tomou uma decisão importante; desenvolveu um projeto; realizou um negócio; abriu uma empresa; resolveu um problema significativo). Após o grupo compartilhar suas experiências, o professor pede ao grupo para fazer um grande círculo. Os alunos devem compartilhar o que foi conversado nos pequenos grupos. Após, o professor pode evidenciar que todos, em algum momento da vida, tiveram uma atitude empreendedora. O que precisamos é fazer essas atitudes serem uma rotina na nossa vida e para isso, o professor pode apresentar o conteúdo da disciplina e mostrar como essas atividades podem nos ajudar a ampliar nossas competências empreendedoras.

10)   Resultados esperados
Já aplico essa técnica há alguns anos. Após a atividade muitos alunos  afirmam que não se viam como empreendedores e que agora eles conseguem entender que o empreendedor não é um ser de outro planeta, mas alguém com algumas características que podem ser desenvolvidas.

Princípio Dilbert


1) Nome da técnica: Princípio Dilbert

2) Proponente (nome e email): Marcos Hashimoto (prof.hashimoto@uol.com.br)

3) Público-alvo: Alunos MBA e pós graduação

4) Duração: 30 a 45 mins

5) Nr. Máximo e mínimo de participantes: Mínimo 10, máximo 60 alunos

6) Tema de empreendedorismo: Empreendedorismo Corporativo

7) Objetivos da técnica: Promover discussão sobre a realidade organizacional na promoção do empreendedorismo corporativo

8) Material necessário: Tirinhas do Dilbert diversas (pré selecionar 1 tira por aluno)

9) Descrição da aplicação:

a. Dividir a classe em grupos de 5 ou 6 pessoas cada.
b. Distribuir as tirinhas entre os alunos, 1 por aluno.
c. Dar 15 minutos para cada um compartilhar com o seu grupo o que a tirinha tem a ver com a criação de um ambiente organizacional propício à inovação.
d. Discutir em plenária por mais 15 minutos as principais conclusões de cada grupo sobre a similaridade da versão caricaturizada das tirinhas e a realidade nas organizações onde os alunos trabalham.
e. Introduzir o tema empreendedorismo corporativo ou reforçar aspectos conceituais discutidos previamente.
10) Resultados esperados: Espera-se que os alunos sejam inspirados, de forma lúdica e divertida, a buscar exemplos em sua própria empresa que, de outra forma, não seriam percebidos. Muitas vezes, o aluno que já tem experiência profissional fica tão imerso no seu dia-a-dia do trabalho que aspectos que inibem a formação de um ambiente voltado para a inovação não são facilmente identificados. A visão sarcástica de Scott Adams (criador de Dilbert) ajuda a enxergar o que é óbvio, mas nem sempre percebemos.

Orientações básicas

O objetivo desse blog é compartilharmos nossas experiências com o ensino do empreendedorismo. Inicialmente vamos contar com a colaboração dos professores que participam do comitê Espírito Empreendedor (REE 2014). Após o evento, podemos ampliar esse espaço para outros professores e instituições. Seguindo as orientações do Marcos Hashimoto, devemos apresentar as técnicas que usamos ou conhecemos sobre o ensino de empreendedorismo para apresentarmos no evento, seguindo o roteiro abaixo: 
1)      Nome da técnica
2)      Proponente (nome e email)
3)      Público-alvo
4)      Duração
5)      Nr. Máximo e mínimo de participantes
6)      Tema de empreendedorismo
7)      Objetivos da técnica
8)      Material necessário
9)      Descrição da aplicação
10)   Resultados esperados

Veja o exemplo que o Marcos criou:



1)      Nome da técnica: Princípio Dilbert
2)      Proponente (nome e email): Marcos Hashimoto (prof.hashimoto@uol.com.br)
3)      Público-alvo: Alunos MBA e pós graduação
4)      Duração: 30 a 45 mins
5)      Nr. Máximo e mínimo de participantes: Mínimo 10, máximo 60 alunos
6)      Tema de empreendedorismo: Empreendedorismo Corporativo
7)      Objetivos da técnica: Promover discussão sobre a realidade organizacional na promoção do empreendedorismo corporativo
8)      Material necessário: Tirinhas do Dilbert diversas (pré selecionar 1 tira por aluno)
9)      Descrição da aplicação:
a.      Dividir a classe em grupos de 5 ou 6 pessoas cada.
b.      Distribuir as tirinhas entre os alunos, 1 por aluno.
c.      Dar 15 minutos para cada um compartilhar com o seu grupo o que a tirinha tem a ver com a criação de um ambiente organizacional propício à inovação.
d.      Discutir em plenária por mais 15 minutos as principais conclusões de cada grupo sobre a similaridade da versão caricaturizada das tirinhas e a realidade nas organizações onde os alunos trabalham.
e.      Introduzir o tema empreendedorismo corporativo ou reforçar aspectos conceituais discutidos previamente.
10)   Resultados esperados: Espera-se que os alunos sejam inspirados, de forma lúdica e divertida, a buscar exemplos em sua própria empresa que, de outra forma, não seriam percebidos. Muitas vezes, o aluno que já tem experiência profissional fica tão imerso no seu dia-a-dia do trabalho que aspectos que inibem a formação de um ambiente voltado para a inovação não são facilmente identificados. A visão sarcástica de Scott Adams (criador de Dilbert) ajuda a enxergar o que é óbvio, mas nem sempre percebemos.