quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Orientações básicas

O objetivo desse blog é compartilharmos nossas experiências com o ensino do empreendedorismo. Inicialmente vamos contar com a colaboração dos professores que participam do comitê Espírito Empreendedor (REE 2014). Após o evento, podemos ampliar esse espaço para outros professores e instituições. Seguindo as orientações do Marcos Hashimoto, devemos apresentar as técnicas que usamos ou conhecemos sobre o ensino de empreendedorismo para apresentarmos no evento, seguindo o roteiro abaixo: 
1)      Nome da técnica
2)      Proponente (nome e email)
3)      Público-alvo
4)      Duração
5)      Nr. Máximo e mínimo de participantes
6)      Tema de empreendedorismo
7)      Objetivos da técnica
8)      Material necessário
9)      Descrição da aplicação
10)   Resultados esperados

Veja o exemplo que o Marcos criou:



1)      Nome da técnica: Princípio Dilbert
2)      Proponente (nome e email): Marcos Hashimoto (prof.hashimoto@uol.com.br)
3)      Público-alvo: Alunos MBA e pós graduação
4)      Duração: 30 a 45 mins
5)      Nr. Máximo e mínimo de participantes: Mínimo 10, máximo 60 alunos
6)      Tema de empreendedorismo: Empreendedorismo Corporativo
7)      Objetivos da técnica: Promover discussão sobre a realidade organizacional na promoção do empreendedorismo corporativo
8)      Material necessário: Tirinhas do Dilbert diversas (pré selecionar 1 tira por aluno)
9)      Descrição da aplicação:
a.      Dividir a classe em grupos de 5 ou 6 pessoas cada.
b.      Distribuir as tirinhas entre os alunos, 1 por aluno.
c.      Dar 15 minutos para cada um compartilhar com o seu grupo o que a tirinha tem a ver com a criação de um ambiente organizacional propício à inovação.
d.      Discutir em plenária por mais 15 minutos as principais conclusões de cada grupo sobre a similaridade da versão caricaturizada das tirinhas e a realidade nas organizações onde os alunos trabalham.
e.      Introduzir o tema empreendedorismo corporativo ou reforçar aspectos conceituais discutidos previamente.
10)   Resultados esperados: Espera-se que os alunos sejam inspirados, de forma lúdica e divertida, a buscar exemplos em sua própria empresa que, de outra forma, não seriam percebidos. Muitas vezes, o aluno que já tem experiência profissional fica tão imerso no seu dia-a-dia do trabalho que aspectos que inibem a formação de um ambiente voltado para a inovação não são facilmente identificados. A visão sarcástica de Scott Adams (criador de Dilbert) ajuda a enxergar o que é óbvio, mas nem sempre percebemos.

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