terça-feira, 7 de outubro de 2014

Técnica da multiplicação


1)      Nome da técnica:
 TÉCNICA DA MULTIPLICAÇÃO
2)      Proponente :
 Adriane Rosa Pachulski
e-mail – arjrp@hotmail.com, arpachulski@gmail.com
3)      Público-alvo:
 todos os tipos de públicos 
4)      Duração:
 Apresentação da atividade 20 minutos. Desenvolvimento da atividade depende do tempo do curso, podendo ser 1 semana ou de 2 dias
5)      Nr. Máximo e mínimo de participantes:
Grupos de no máximo 4 pessoas
6)      Tema de empreendedorismo:
Criatividade, Desenvolvimento, Idéia Oportunidade de Negócio, Negociação.
7)      Objetivos da técnica
-  Desenvolver a percepção,
-   Criatividade, 
- Despertar um pensamento empreendedor dos participantes.
- Criar oportunidades;
- Negociação.
- Liderança.
- Ética.
8)      Material necessário
R$ 1,00 para cada grupo  ( normalmente o professor precisará de ter no bolso moedas de R$ 1,00 para cada grupo, para uma sala de 30 alunos terá  cinco grupos com 4 alunos e dois grupos com 5 participantes, assim o professor deverá ter R$ 7,00)
9)      Descrição da aplicação
-  È dado para cada grupo R$ 1,00,
- Contar a estória da origem do xadrez;
- Pedir que os grupos multipliquem o valor dado;
- Quem não multiplicar deverá devolver 5 vezes mais ao professor.
- Os grupos no final deverão apresentar um relatório forma que conseguiram e os resultados dos valores em forma de DRE.
( o resultado do lucro os alunos sempre dividem entre os participantes do grupo, e eles devolvem o investimento ao professor sem juros. No final ainda eu sempre compro um “mimo” ao grupo que mais faturo.
10)   Resultados esperados
- Desenvolvimento de auto-estima do grupo,
- Reconhecimento de que podem fazer qualquer coisa e transformar qualquer coisa em oportunidade de negócio.
- Desenvolvimento do olhar empreendedor;
- Entusiasmo do grupo em saber que podem ganhar dinheiro.
- Desenvolvimento de competências de negociação, liderança, trabalho em grupo.
- Comprometimento e dedicação para o sucesso do negocio

Educação empreendedora


EDUCAÇÃO EMPREENDEDORA (EE). A EE pode ser utilizada para os seguintes fins: a) Criação e Gestão de Projetos Empresariais (Negócios) ou de projetos sociais sustentáveis; b) Desenvolvimento de Habilidades Empreendedoras e c) Metodologia de Aprendizagem Ativa voltada para a aprendizagem de conhecimentos e disciplinas diversos.
Proponente: Elaine Cristina De Andrade – elaine.andrade@pr.senai.br  - Consultora em Empreendedorismo Inovador e Investimento Privado.  Fones: (41) 3271-8073 ou (41) 8810-0827
Oficina para Elaboração de apresentação de novas ideias ou novos negócios (empresas), que hoje é muito utilizada para preparação de empreendedores no acesso ao investimento privado e resolvemos testar com nossos alunos dos cursos Técnicos do Senai – Unidade Campus da Indústria. 
A ideia no REE é fazer uma mini oficina sobre apresentação de projetos e ideias para investidores e ressaltar a importância da técnica e do que é importante falar de fato em pouco tempo, e contar um pouco sobre o que é e como funciona o investimento privado.
1)      Público-alvo: professores e alunos
2)      Duração: 30 minutos
3)      Nr. Máximo e mínimo de participantes 20
4)      Tema de empreendedorismo: Como levar o tema empreendedorismo e Investimento Privado para a sala e aula. Técnicas de apresentação baseada em sumário executivo, elevator pitch, pitch.
5)      Objetivos da técnica: fazer os participantes compreenderem a forma ideal de apresentação de negócio baseada no modelo americano conhecido como elevator pitch
6)      Material necessário: multimídia
7)      Descrição da aplicação: 1. Explicar o que é o investimento (anjo e outros); contar rapidamente de onde vem o termo, como funciona a técnica e o que é importante a se falar; 2. Distribuição de sumários executivos prontos para facilitar aos participantes o processo de compreensão da técnica. 3. Tempo para leitura e compreensão do negócio do sumário que eles possuem (5 minutos no máximo). 4. Solicitar as pessoas participantes para que fiquem em pé e pedir que elas se apresentem no formato de elevator pitch uma para a outra, o tempo para essa fala é de 1 minuto. 5. Os 5 minutos finais são para feedback da mini oficina.
8)   Resultados esperados: fazer os participantes perceberem a necessidade de apresentação de negócio como um todo, baseado em dados, mercado, concorrência e projeções financeiras, de forma simples e com linguagem que os investidores possam se interessar pelos seus projetos.





segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Criando produtos e serviços inovadores

1) Nome da técnica
  • Criando produtos e serviços inovadores
 2) Proponente
Prof. Edney Souza - professor_edney@hotmail.com

3) Público-alvo
  • Acadêmicos
4) Duração
  • 2 horas apresentação da ideia.
 
5) Nr. Máximo e mínimo de participantes
  • de 2 a 5 por por grupo, sendo que deve ter no mínimo 3 grupo e no máximo 6 grupos
6) Tema de empreendedorismo
  • Criatividade no desenvolvimento de produtos e serviços inovadores

7) Objetivos da técnica
  • Simular a concorrência do mercado;
  • Incentivar a criação de novos negócios (produtos ou serviço)
  • Despertar um pensamento empreendedor nos participantes
8) Material necessário
  • Para um treinamento de 08 horas, pode ter papéis, cartolinas, tesouras, colas, palitos (diversos); EVA, retalhas de panos, canetas, pinceis atômicos para pinturas, tintas para papés.
 
 
9) Descrição da aplicação

  • Com o material disponível cada grupo usará sua criatividade para desenvolver um protótipo de um produto e conceituá-lo;
  • Tal produto deve ser possível de ser reproduzido e ter uma utilidade real;
  • O Grupo deve apresentar vender sua ideia;
    Por se tratar de um mesmo cliente, apenas um grupo conseguirá vender seu produto.
  • Ao final, o líder de cada grupo deve falar sobre o que deixou de ser feito e/ou o que poderia ter feito diferente e se houve consenso entre o grupo. 
10) Resultados esperados

  • Reconhecimento da importância de um líder;
  • Entender que tem pessoas que tem ideias boas, mas precisa de outras para colocá-las em prática;
  • Perceber que criar um produto requer dedicação e uma boa percepção das necessidades dos clientes;
  • Perceber que para se vender uma ideia é precisa conhecer bem o conceito do produto e ter competências para negociação. 

Reconhecimento de Oportunidades

1)    Nome da técnica: Jogo da Oportunidade
2)    Proponente (nome e email): Prof. Luis Felipe Carvalho (luis.felipe@puc-rio.br)
3)    Público-alvo: Alunos de Graduação (cursando disciplinas introdutórias de empreendedorismo)
4)    Duração: 15 minutos de preparação + 25 minutos de execução do jogo + 25 minutos para refletir lições do jogo
5)    Nr. Máximo e mínimo de participantes: Mínimo = 20 pessoas; Máximo = 50 pessoas
6)    Tema de empreendedorismo: Reconhecimento de Oportunidades
7)    Objetivos da técnica: Refletir sobre a perspicácia empreendedora no reconhecimento de oportunidades
8)    Material necessário:


  • Pequenos Quadrados de Papel de aproximadamente 4x4cm (de preferência cor que não seja branco)
  • Pequenos Triângulos de Papel (só cortar parte dos quadrados acima no meio)
  • Deve haver mais quadrados que triângulos disponíveis (mínimo 150 quadrados e 40 triângulos)
  • Dado (para o Cassino)
  • Caixa para guardar a dica do jogo
  • Tesoura
  • Quadro Negro / Giz / Apagador
  • 4 alunos devem trabalhar como ajudantes
9)    Descrição da aplicação


  • Instruções para os participantes em anexo
  • Instruções para os ajudantes em anexo
  • Professor Inicia o jogo: logo nos primeiros minutos ele coloca a caixa surpresa em um local no meio da sala. Dentro dela tem uma dica para o aluno sair da sala e buscar um ajudante em local determinado. Se o participante chegar lá, o ajudante poderá cortar os seus quadrados ao meio com a tesoura. Neste caso ele consegue transformar a peça que vale menos (quadrado) na peça que vale mais (triângulo). Com isso ele provavelmente vai ganhar o jogo porque a grande maioria dos participantes não percebe a caixa e fica o tempo inteiro da dinâmica escrevendo o nome no quadro. Algumas vezes o primeiro que achou a caixa com a dica também não ganha o jogo porque outro achou depois mas "executou" uma estratégia melhor de conquistar quadrados para cortar (por exemplo, trocou com colegas por uma taxa menor do que o padrão de 1/4)
  • Professor encerra a dinâmica com 25 minutos
  • Alunos fazem contagem dos pontos individualmente
  • Apuração do Vencedor
  • Professor inicia discussão sobre lições perguntando para o vencedor como ele fez para ganhar o jogo. Normalmente ele tem uma pontuação muito acima do restante da turma porque ele descobriu a caixa com a dica. Todos ficam surpresos que exista uma caixa no meio da sala de aula e quase ninguém viu.
  • Tarefa para casa: Listar 3 lições que tirou do jogo, escolher uma delas e discorrer em 3-5 linhas seu entendimento sobre ela.
10)  Resultados esperados


  • Principais tópicos de discussão que emergem normalmente:
  1. Atenção ao ambiente: a maioria foca na atividade "previsível" para conquistar peças e não presta mais atenção no ambiente. "Tinha uma caixa? Caramba eu nem vi!!!!"
  2. Execução é tão importante quanto o reconhecimento da oportunidade. As vezes o que achou primeiro não ganha o jogo. Por que? Exemplo: "Depois que localizei a caixa fui para o quadro para conquistar peças, mas isso é muito demorado. Meu colega que viu depois a caixa foi direto para o banco e pegou todo empréstimo que podia para se alavancar."
  3. Ética: Primeiro aluno que encontra a caixa pega ela e esconde. É justo com os outros participantes? Atitude ética? Equivale a uma "patente"? Propriedade Intelectual?
  4. Surgem ainda muitas outras discussões relativas a ética do participante: exemplo - alunos que furtam quadrados durante o jogo, alunos que tomam atitudes que prejudicam os colegas (ex.: um participante começou uma vez a bloquear uma parte do quadro negro e só permitir que colegas escrevessem o nome lá se pagassem uma taxa para ele).
  5. Tenho disponível um documento com algumas lições extraídas do jogo das turmas de EMP1200 (Introdução ao Empreendedorismo) do período de 2014.2. Quem tiver interesse, favor entrar em contato por e-mail
Material de apoio:

Jogo da Oportunidade - Orientações Ajudantes
Jogo da oportunidade - Orientações participantes

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Eu, empreendedor?

1)      Nome da técnica
Eu, empreendedor?
2)      Proponente (nome e email)
Cleverson Renan da Cunha - UFPR; cleverson.cunha@gmail.com
3)      Público-alvo - Alunos no início do processo de formação sobre empreendedorismo (Ensino médio; graduação e pós-graduação)
4)      Duração - 50 minutos
5)      Nr. Máximo e mínimo de participantes - 10 a 50 participantes
6)      Tema de empreendedorismo - mentalidade empreendedora; introdução ao empreendedorismo
7)      Objetivos da técnica: 1) ajudar os alunos a desumidificar a figura do empreendedor. Podemos não ser donos de grandes empresas, mas todos somos capazes de realizarmos atitudes empreendedoras e desenvolveremos a mentalidade empreendedora. 2) apresentação do grupo
8)      Material necessário: papéis com o nome de empreendedores e suas realizações
9)      Descrição da aplicação: No início da atividade o professor deve contar o número de alunos. Cada aluno deverá receber um pequeno papel com o nome de um empreendedor ou sua realização. Se tivermos 20 alunos, precisamos de 10 empreendedores e suas realizações.

Antonio Ermírio de Moraes        Grupo Votoratin
Roberto Civita                          Grupo Abril
...                                           ...
O aluno deverá encontrar o seu par. Após, eles devem se apresentar (se for o caso) e detalhar uma situação em sua vida na qual ele fez algo relevante (tomou uma decisão importante; desenvolveu um projeto; realizou um negócio; abriu uma empresa; resolveu um problema significativo). Após o grupo compartilhar suas experiências, o professor pede ao grupo para fazer um grande círculo. Os alunos devem compartilhar o que foi conversado nos pequenos grupos. Após, o professor pode evidenciar que todos, em algum momento da vida, tiveram uma atitude empreendedora. O que precisamos é fazer essas atitudes serem uma rotina na nossa vida e para isso, o professor pode apresentar o conteúdo da disciplina e mostrar como essas atividades podem nos ajudar a ampliar nossas competências empreendedoras.

10)   Resultados esperados
Já aplico essa técnica há alguns anos. Após a atividade muitos alunos  afirmam que não se viam como empreendedores e que agora eles conseguem entender que o empreendedor não é um ser de outro planeta, mas alguém com algumas características que podem ser desenvolvidas.

Princípio Dilbert


1) Nome da técnica: Princípio Dilbert

2) Proponente (nome e email): Marcos Hashimoto (prof.hashimoto@uol.com.br)

3) Público-alvo: Alunos MBA e pós graduação

4) Duração: 30 a 45 mins

5) Nr. Máximo e mínimo de participantes: Mínimo 10, máximo 60 alunos

6) Tema de empreendedorismo: Empreendedorismo Corporativo

7) Objetivos da técnica: Promover discussão sobre a realidade organizacional na promoção do empreendedorismo corporativo

8) Material necessário: Tirinhas do Dilbert diversas (pré selecionar 1 tira por aluno)

9) Descrição da aplicação:

a. Dividir a classe em grupos de 5 ou 6 pessoas cada.
b. Distribuir as tirinhas entre os alunos, 1 por aluno.
c. Dar 15 minutos para cada um compartilhar com o seu grupo o que a tirinha tem a ver com a criação de um ambiente organizacional propício à inovação.
d. Discutir em plenária por mais 15 minutos as principais conclusões de cada grupo sobre a similaridade da versão caricaturizada das tirinhas e a realidade nas organizações onde os alunos trabalham.
e. Introduzir o tema empreendedorismo corporativo ou reforçar aspectos conceituais discutidos previamente.
10) Resultados esperados: Espera-se que os alunos sejam inspirados, de forma lúdica e divertida, a buscar exemplos em sua própria empresa que, de outra forma, não seriam percebidos. Muitas vezes, o aluno que já tem experiência profissional fica tão imerso no seu dia-a-dia do trabalho que aspectos que inibem a formação de um ambiente voltado para a inovação não são facilmente identificados. A visão sarcástica de Scott Adams (criador de Dilbert) ajuda a enxergar o que é óbvio, mas nem sempre percebemos.

Orientações básicas

O objetivo desse blog é compartilharmos nossas experiências com o ensino do empreendedorismo. Inicialmente vamos contar com a colaboração dos professores que participam do comitê Espírito Empreendedor (REE 2014). Após o evento, podemos ampliar esse espaço para outros professores e instituições. Seguindo as orientações do Marcos Hashimoto, devemos apresentar as técnicas que usamos ou conhecemos sobre o ensino de empreendedorismo para apresentarmos no evento, seguindo o roteiro abaixo: 
1)      Nome da técnica
2)      Proponente (nome e email)
3)      Público-alvo
4)      Duração
5)      Nr. Máximo e mínimo de participantes
6)      Tema de empreendedorismo
7)      Objetivos da técnica
8)      Material necessário
9)      Descrição da aplicação
10)   Resultados esperados

Veja o exemplo que o Marcos criou:



1)      Nome da técnica: Princípio Dilbert
2)      Proponente (nome e email): Marcos Hashimoto (prof.hashimoto@uol.com.br)
3)      Público-alvo: Alunos MBA e pós graduação
4)      Duração: 30 a 45 mins
5)      Nr. Máximo e mínimo de participantes: Mínimo 10, máximo 60 alunos
6)      Tema de empreendedorismo: Empreendedorismo Corporativo
7)      Objetivos da técnica: Promover discussão sobre a realidade organizacional na promoção do empreendedorismo corporativo
8)      Material necessário: Tirinhas do Dilbert diversas (pré selecionar 1 tira por aluno)
9)      Descrição da aplicação:
a.      Dividir a classe em grupos de 5 ou 6 pessoas cada.
b.      Distribuir as tirinhas entre os alunos, 1 por aluno.
c.      Dar 15 minutos para cada um compartilhar com o seu grupo o que a tirinha tem a ver com a criação de um ambiente organizacional propício à inovação.
d.      Discutir em plenária por mais 15 minutos as principais conclusões de cada grupo sobre a similaridade da versão caricaturizada das tirinhas e a realidade nas organizações onde os alunos trabalham.
e.      Introduzir o tema empreendedorismo corporativo ou reforçar aspectos conceituais discutidos previamente.
10)   Resultados esperados: Espera-se que os alunos sejam inspirados, de forma lúdica e divertida, a buscar exemplos em sua própria empresa que, de outra forma, não seriam percebidos. Muitas vezes, o aluno que já tem experiência profissional fica tão imerso no seu dia-a-dia do trabalho que aspectos que inibem a formação de um ambiente voltado para a inovação não são facilmente identificados. A visão sarcástica de Scott Adams (criador de Dilbert) ajuda a enxergar o que é óbvio, mas nem sempre percebemos.